Delegado-geral expõe provas incriminatórias contra o namorado de Thamily

Na manhã desta terça-feira, dia 25, o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), Gabriel Ulisses, apresentou por meio de sua rede social pessoal, os processos de investigação e as provas incriminatórias contra o namorado de Thamily Venâncio Ereno.

A jovem de 23 anos foi atingida por um tiro e morreu após uma tentativa de fuga do motorista do veículo em que ela e o namorado estavam, na sexta-feira (21). Na ocasião, a PCSC estava em diligências para tentar capturar o homem, que acabou preso por tráfico de drogas e organização criminosa.

Confira na íntegra a sequência completa das diligências divulgadas:

1 – A DECOD começou a investigar uma organização criminosa, armada, que praticava o tráfico de drogas e era liderada por M. L. F. e K. O. F. Conforme relatório de investigação, com quebra de sigilos telefônicos e telemáticos, além de outros monitoramentos, constatou-se que portavam e ostentavam armas de diversos calibres, além de manusear e vender diversos tipos de drogas, demonstrando a periculosidade de seus membros, inclusive de K. O. F.

2 – Em 13 de fevereiro de 2025, face o que foi investigado, a DECOD cumpriu busca e apreensão na residência de K. O. F., que vivia com sua companheira, apreendendo-se no quarto do casal munições Calibre .380, em cima da cama, petrechos para fracionamento de drogas, mais de um kg de maconha (um tablete e diversos invólucros fracionados, bem como dentro de um aspirador de pó) e um caderno universitário, com anotações da traficância com grafia feminina, que passará por exame grafotécnico.

3 – Após a busca, requereu-se a prisão de K. O. F., que foragiu, sendo que em conversa com familiares, a companheira dele afirma que “estamos com nossa casa, trabalhando e conquistando nossas coisas devagarinho”, mesmo que os pais não vão entender ou não vão aceitar.

4 – no dia 21 de março, K. entra em um Uber, onde a companheira já estava. 4 Policiais, altamente qualificados, efetuaram e verbalizaram que se tratava de Polícia, efetuando a abordagem. O motorista dá a ré em cima deles e da viatura, ocorrendo lamentável resultado, mas que não foi dado causa pelos policiais civis.

Saliento que a Delegacia de Combate a Drogas (DECOD) do Deparetamento de Investigação Criminal de Criciúma, com zero ocorrência de investigação policial, tem feito um trabalho essencial contra o crime organizado.

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